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Disfunção Erétil na Apneia do Sono

A apneia do sono é um distúrbio caracterizado pela ocorrência frequente de obstrução da via aérea superior durante o sono. A condição pode acarretar em múltiplas consequências clínicas, incluindo alterações na regulação neural, hormonal e vascular, que favorecem o desenvolvimento de um quadro de DE (Disfunção Erétil).

Disfunção erétil é o termo empregado para a incapacidade consistente em obter ou manter uma ereção peniana que conceda uma relação sexual efetiva. A incidência da condição se dá sobre homens, sobretudo na faixa etária dos 40 aos 69 anos.

Uma pesquisa, realizada por um grupo de estudiosos e divulgada na Revista Portuguesa de Pneumologia, analisou uma amostra de indivíduos com apneia do sono, com objetivo de determinar a prevalência da disfunção erétil nestes pacientes.

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Disfunção Erétil na Apneia do Sono

No estudo, foram incluídas 62 pessoas do sexo masculino, com idade média de 52 anos e com diagnóstico recente de SAOS (Síndrome de Apneia Obstrutiva do Sono). Eles preencheram um questionário composto por cinco questões relativas à função erétil e satisfação.

A pontuação obtida no questionário do estudo varia de 5 a 25, e compreende as classificações de disfunção erétil em cinco categorias: ausente, leve, leve à moderada, moderada e grave.

Todos os participantes da pesquisa foram submetidos a exames que calculam o número de episódios de apneia, assim como o índice de dessaturação de oxigênio por hora de sono.

Disfunção Erétil na Apneia do Sono – Resultados do estudo

Os resultados do estudo evidenciaram que diversos fatores se associam à disfunção erétil nos pacientes de apneia do sono, incluindo faixa etária, diabetes, obesidade, tabagismo, alcoolismo, hipertensão arterial, determinados tipos de medicação e antecedentes clínicos pessoais (como a ocorrência de um AVC, por exemplo).

Estima-se que a prevalência de disfunção erétil em pacientes com apneia é de 64,4%, sendo leve em 38,7%, de leve a moderada em 17,7%, moderada em 3,2% e grave em 4,8%.

O envelhecimento é um dos fatores mais determinantes na agravação do quadro de DE. Os grupos que apresentam algum dos fatores de risco citados estão diretamente associados aos episódios mais severos de disfunção erétil na apneia do sono.

Os resultados da pesquisa constataram também que a prevalência de disfunção erétil é maior no grupo de pacientes com quadros mais avançados de apneia do sono.

Disfunção Erétil na Apneia do Sono – Buscando Ajuda Médica

A disfunção erétil é uma condição mais comum do que se pensa entre os pacientes de apneia do sono; entretanto, muitos escondem e subestimam o problema devido ao constrangimento e à dificuldade em aceitar a condição e buscar ajuda médica.

Existem tratamentos disponíveis e eficazes relacionados à disfunção erétil na apneia do sono. Não deixe que o constrangimento te impeça de buscar ajuda médica, e não tenha medo do diagnóstico; quanto antes a condição for detectada, melhor será seu prognóstico.

Se você sofre de disfunção erétil na apneia do sono, não hesite em marcar uma consulta com o médico do sono de sua confiança. O tratamento da apneia do sono promove uma melhora no quadro de DE.

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Distúrbios do Sono na Menopausa

Os distúrbios do sono costumam ser mais frequentes entre mulheres: a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo afirma que há uma diferença de 30% de incidência entre mulheres e homens. A chegada da menopausa, que ocorre em torno dos 50 anos da mulher, pode potencializar esse problema.

A menopausa é a fase da vida das mulheres que corresponde à interrupção de sua etapa fértil, quando os ovários deixam de produzir o principal hormônio feminino, denominado estrogênio. É o período de 12 meses após a última menstruação espontânea da mulher, que marca a transição entre seu período reprodutivo e não-reprodutivo.

Após a menopausa, muitas mulheres passam a apresentar distúrbios do sono, e no caso das que já apresentavam dificuldades para dormir, as queixas tornam-se mais prevalentes.

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Distúrbios do Sono na Menopausa

A menopausa é um marco de muitas mudanças na vida da mulher, incluindo sua saúde geral e seu perfil de doenças.

Estudos evidenciam que mulheres na menopausa apresentam uma dificuldade maior para dormir, assim como para manter o sono, fatores que minimizam, assim, sua eficiência. A má qualidade do sono pode comprometer suas atividades cotidianas, seu bem-estar mental e físico durante o dia e, consequentemente, sua qualidade de vida.

O aumento dos distúrbios do sono decorrente da menopausa deve-se às mudanças hormonais que ocorrem nesta fase. A mulher nasce com um “estoque” de óvulos que produzirá ao longo de toda a vida. Quando este estoque acaba, os hormônios que até então eram produzidos pelos ovários (progesterona e estrogênio) também sofrem um declínio.

O neurologista Álvaro Pentagna, do Ambulatório de Sono no Adulto do Hospital das Clínicas da USP, explica que a redução destes hormônios origina distúrbios que prejudicam a qualidade do sono da mulher, como a insônia:

“A progesterona é um hormônio que tem o potencial de fazer a pessoa ter mais sono, é como se fosse um indutor de sono. A mulher que engravida, por exemplo, tem o nível de progesterona aumentado, por isso sente aquele monte de sono no início da gestação. Na menopausa acontece o contrário. A progesterona cai e piora a qualidade do sono da mulher”.

Distúrbios do Sono na Menopausa – Apneia do Sono

O hormônio progesterona possui uma propriedade protetora das vias aéreas respiratórias. Quando deixa de ser produzido, a mulher torna-se mais vulnerável ao desenvolvimento de distúrbios respiratórios associados ao sono, como a apneia obstrutiva do sono.

A apneia do sono caracteriza-se pela obstrução completa do fluxo de ar pelo nariz ou pela boca, que ocorre durante o sono. Além de minimizar a concentração de oxigênio no sangue, a paciente de apneia do sono sofre de despertares frequentes durante a noite, que provocam cansaço, fadiga e sonolência durante o dia, baixa produtividade no trabalho e perdas em suas interações sociais.

A fragmentação do sono decorrente da apneia pode gerar uma série de danos graves à saúde da mulher, tais como: anemia, distúrbios renais, aumento da pressão arterial, distúrbios metabólicos e cardiovasculares, neuropatias e síndromes demenciais.

Distúrbios do Sono na Menopausa – Fogachos

O cenário de diminuição dos hormônios estrogênio e testosterona, devido à menopausa, leva a mulher a outra condição prejudicial ao sono: os fogachos.

Os fogachos, como são chamadas as famosas ondas de calor que marcam a menopausa, provocam desconforto à mulher e fragmentam seu sono, uma vez que fazem com que ela acorde diversas vezes durante a noite por conta das mudanças de temperatura.

Distúrbios do Sono na Menopausa – Mudanças de Humor

Problemas emocionais decorrentes da menopausa, como as mudanças de humor, também contribuem para um quadro de insônia. As alterações de humor marcam predominantemente o início da menopausa, a fase de interrupção dos ciclos menstruais.

Nesta fase, é comum que a mulher enfrente mudanças de humor, depressão, ansiedade, condições que favorecem o desenvolvimento de distúrbios do sono na menopausa.

Além disso, os distúrbios emocionais somam-se à condição social, que muitas vezes não vai bem. Problemas no casamento, filhos saindo de casa, o ponto de vista do envelhecimento… são muitos os fatores que podem afetar o aspecto emocional da mulher e colaboram para a má qualidade de seu sono.

Distúrbios do Sono na Menopausa – Buscando Ajuda Médica

Você está enfrentando distúrbios do sono na menopausa e não sabe como combatê-los? Não hesite em buscar ajuda de um médico especialista em sono, e siga suas orientações para melhorar suas noites de sono.

Certamente, bons hábitos de saúde, tais como a prática regular de exercícios físicos e uma dieta alimentar equilibrada, aliados ao acompanhamento médico adequado, são fundamentais no combate aos distúrbios do sono na menopausa. Durma melhor, marque uma consulta com um médico do sono!

Exame do Sono

Exame do Sono – Saiba Mais

Exame do Sono

 

A polissonografia também é o conhecida como exame do sono. Isto porque o exame é utilizado para a investigação de vários distúrbios do sono. A origem da palavra vem do grego (do grego: polis = muitos; somnus = sono; e graphos = escrita), sendo uma análise de múltiplos parâmetros, realizados durante o sono natural do individuo.

O seu maior objetivo é o registro das variações fisiológicas que ocorrem durante esse período de tempo e definir suas possíveis anormalidades e disfunções.

Sua execução é feita através de sensores. A pessoa dorme com sensores fixados em seu corpo, podendo, contudo, se movimentar normalmente durante o sono. O exame não pode ser um empecilho na hora do descanso, pois pode interferir nos resultados.

A polissonografia não é invasiva e muito menos dolorosa, já que não utiliza agulhas ou algum instrumento semelhante, não envolvendo qualquer risco para o paciente.

Como é o Sono Normal?

O sono é uma necessidade básica de todo ser humano. Sua necessidade é variada de pessoa para pessoa e também se modifica conforme a idade. Enquanto um bebê, ao nascer, dorme cerca de 80% de tempo, uma pessoa mais velha pode dormir entre 3 a 7 horas por dia.

Através de muitas pesquisas, hoje sabemos que o sono não é um processo contínuo que se inicia ao adormecer e finaliza ao despertar. Ele passa por ciclos. Antigamente o ato de dormir era considerado uma ausência total de estímulos sobre o corpo: o estado de coma era o seu comparativo.

Atualmente, sabe-se que dormir é um processo totalmente ativo, que possui modificações corporais e neurológicas significativas, como na pré-adolescência em que estimula o crescimento saudável. Além disso, o sono pode receber a influência de fatores ambientes, que pode modifica-lo consideravelmente.

As etapas do sono são conhecidas e definidas enquanto:

  • Sono não-R.E.M: essa etapa apresenta quatro fases (estágios II, III, IV). É caracterizado por um relaxamento muscular progressivo, com a manutenção do tônus muscular, ausência de movimentações oculares rápidos, redução progressiva dos movimentos, com eletrocardiograma e respiração regulares. Também há nesse processo o aumento de ondas lentas no eletroencefalograma. Após essas etapas, segue o sono R.E.M.
  • Sono R.E.M: nesse processo, ocorrem os movimentos oculares rápidos, também é denominado de sono rápido, sono dessincronizado, sono ativado ou sono paradoxal. Esse tipo de sono é marcado por se parecer o estado de vigília, com sono profundo, aceleração da respiração, elevação da temperatura e aumento da pressão arterial. Também há secreção de hormônios, movimentos rápidos, sincrônicos, conjugados e horizontais de ambos os olhos.

Como é Realizado o Exame do Sono?

O procedimento do denominado exame do sono é realizado durante o período da noite, através de sensores colocados sobre a pele, com o uso de esparadrapos antialérgicos e um pequeno clipe no dedo usado para o monitoramento do exame.

Esses sensores irão auxiliar o registro de ondas cerebrais, o nível de oxigênio encontrado no sangue, frequência respiratória e cardíaca, movimentos realizados e movimento dos olhos.

As informações coletadas pelos aparelhos computadorizados de análise são organizadas e analisadas em tempo real.

O processo pode ser estranho ao paciente, pois é necessário dormir em circustâncias que ele não está acostumado. Contudo, em sua maioria, o exame ocorre sem complicações momentâneas ou posteriores. O paciente obtém o diagnóstico correto e pode proceder com o tratamento adequado para o seu problema.

Quem Precisa Fazer uma Polissonografia?

A polissonografia deve ser realizada por pacientes que possuem ronco, apneias do sono, dispneia, sonolência excessiva durante o dia, uma sensação cotidiana e repetitiva de que o sono não recarrega todas as energias, hipertensão grave, problemas de memória ou sono agitado.

A polissonografia, conhecida como exame do sono, é o exame padrão para obter o diagnóstico de distúrbios do sono em crianças, jovens, adultos e idosos.

Polissonografia com Watch-PAT

A polissonografia tradicional (em laboratório) é um exame que pode considerar custos mais altos e filas de espera para serem realizadas. Devido a esses fatores, recentemente foram desenvolvidos os dispositivos portáteis, possibilitando a realização de polissonografias domiciliares.

Entre eles, o qual mais se destaca, é o aparelho Watch-PAT, baseado na tecnologia da Tonometria Arterial Periférica (PAT). Ele faz uso de somente um sensor no dedo indicador, actígrago e um oxímetro, para a avaliação do Índice de Apneias e Hipopneias (IAH).

Ele não necessita de todos os dispositivos e estruturas do exame do sono tradicional e possui em seu instrumento sensores de posição e ronco. Ele pode ser realizado no conforto da casa do paciente, com fácil manuseio. Marque uma consulta para saber como realizar este exame.

O exame do sono, conhecido pelo nome científico de polissonografia, é expert em seus resultados. Utilizando tecnologias de ponta, ele consegue captar os diferentes distúrbios e disfunções do sono. É importante frisar que é necessária uma devida orientação médica para o diagnóstico e tratamento dos distúrbios do sono.

cirurgia para apneia do sono

Nova Técnica de Cirurgia para Apneia do Sono

No Congresso Mundial de ORL da IFOS (Federação internacional da Sociedade de Otorrinolaringologia), realizado no período de 24 a 28 de junho de 2017 em Paris, o Dr. José Antonio Pinto ministrou uma palestra, onde apresentou a técnica de Faringoplastia Lateral-expansiva. Neste artigo, saiba mais sobre esta nova técnica de cirurgia para apneia do sono.

A Faringoplastia Lateral-expansiva é uma técnica cirúrgica que combina dois procedimentos: a Faringoplastia Lateral e a de Expansão, para remodelar a faringe estreita. Esta abordagem cirúrgica modifica as funções dos músculos da garganta, diminuindo o colapso das vias aéreas superiores.

Desenvolvimento da Técnica de Faringoplastia Lateral-expansiva

Foi realizado um estudo de coorte retrospectivo, avaliado pelo Comitê de Ética e Investigação do Centro Universitário de Hospital Privado na cidade de São Paulo..

Foram revisados registros médicos de pacientes submetidos a Faringoplastia de Expansão Lateral entre janeiro de 2012 e dezembro de 2016, para tratamento de sintomas da Síndrome da Apneia do Sono. Entre os critérios de exclusão estavam a presença de deformidade craniofacial e obstrução de base da língua.

A Nova Técnica Cirúrgica para Apneia do Sono Apresentada no IFOS 2017

Aspecto Inicial

Faringoplastia de Expansão Lateral

Elevação e Secção do Músculo Constritor da Faringe Superior

Faringoplastia de Expansão Lateral

Secção do Músculo Palatofaríngeo

Faringoplastia de Expansão Lateral

Fixação do Músculo Palatofaríngeo, Através do Túnel Palatino

Faringoplastia de Expansão Lateral

Aspecto Final

Faringoplastia de Expansão Lateral

Resultados dos Procedimentos

A associação de ambas as técnicas fornece uma melhor expansão das paredes faríngeas, para tratar a obstrução retropalatal e lateral. Veja os níveis de redução do índice de apneia-hipopneia:

Faringoplastia de Expansão Lateral

Como efeito secundário, foi observado disfagia transitória.

A faringoplastia de expansão lateral representa uma nova estratégia cirúrgica para o tratamento de diminuição do colapso palatal, combinando duas técnicas diferentes já difundidas mundialmente: Faringoplastia Lateral e de Expansão.

O uso destas técnicas em um procedimento único proporciona uma melhora objetiva no sono e na saúde do paciente.

Referências

Cahali MB. Lateral pharyngoplasty: a new treatment for obstructive sleep apnea hypopnea syndrome. Laryngoscope 2003;113:1961–1968

Pang KP, Tucker Woodson B. Expansion sphincter pharyngoplasty: a new technique for the treatment of obstructive sleep apnea. Otolaryngol Head Neck Surg 2007;137:110–114

Sorrenti G, Piccin O.Functional expansion pharyngoplasty in the treatment of obstructive sleep apnea. Laryngoscope. 2013; 123:2905-2908

Aparelho para Apneia

Saiba Mais sobre os Tipos de Aparelho para Apneia

Felizmente, há diversos tipos de aparelho para apneia que possibilitam uma melhora considerável da situação dos pacientes. Estes aparelhos são muito úteis para que as pessoas possam conseguir ganhar de volta a qualidade de vida e do sono.

Muitas pessoas sofrem com a ocorrência dos sintomas da apneia, fazendo com que sua qualidade de vida possa ser significativamente afetada pelos malefícios de noites mal dormidas, um mal funcionamento do sistema respiratório e até mesmo prejuízos em suas vidas cotidianas e relacionamentos.

Apesar de muitas pessoas ignorarem a ocorrência da apneia durante toda a vida, é extremamente recomendado que a amenização dos sintomas que fazem com que a mesma ocorra e o tratamento adequado para que ela possa cessar sejam realizados por um profissional.

Aparelho para Apneia

O Que é a Apneia?

A apneia é caracterizada pela falta de respiração durante o período do sono, o que faz com que os processos de oxigenação do organismo sejam realizados precariamente, por meio de várias interrupções que fazem com que o indivíduo, apesar de não perceber, sofra com um sono perturbado e não saudável.

Apesar de extremamente comum, a apneia é um problema que precisa ser tratado com seriedade, dado que pode indicar diversos tipos de problemas de saúde que podem estar sendo negligenciados pelos pacientes, justamente pelo fato de ser um sintoma extremamente recorrente na sociedade.

Quais os Sintomas da Apneia?

Os sintomas da apneia podem ser notados pelo aparecimento de sonolência durante o período do dia, resultante de um sono conturbado e que não possibilita ao organismo o descanso e a regeneração que o mesmo requer, além do famoso barulho de ronco exacerbado que os indivíduos emitem.

Há também um alto índice de pacientes que apresentam uma irritabilidade excessiva durante o dia, bem como o aumento da dificuldade de concentrar-se, até sintomas mais agudos como a impotência sexual, a depressão e a hipertensão.

A apneia é mais comum entre os homens, afetando menos de 10% da população masculina, e entre as mulheres, os níveis não alcançam os 5%, entretanto, a ocorrência desta enfermidade se dá predominantemente em indivíduos obesos e que estão com idade acima dos 35 anos, bem como os portadores de hipertensão arterial.

Quais São as Causas da Apneia?

A apneia é causada por um entupimento parcial das vias respiratórias, que causam a obstrução dos processos de respiração durante o sono, principalmente na região da faringe, e que fazem com que haja uma brusca diminuição da saturação dos níveis de oxigênio no sangue.

Conheça o Aparelho para Apneia CPAP

Um dos métodos para tratamento de apneia se encontra no aparelho para apneia chamado CPAP, ou Continuous Positive Airway Pressure, o que significa uma Pressão Positiva Contínua das Vias Aéreas. Este aparelho consiste em uma máquina que funciona de maneira similar a um pequeno compressor de ar.

Por meio da utilização do CPAP, o paciente recebe durante toda a noite de sono, de maneira estabilizada, um melhor fluxo de ar diretamente nas vias aéreas: este fluxo é entregue aos usuários por meio da utilização de uma máscara facial semelhante à dos inaladores.

O CPAP fornece diferentes níveis de pressão para os diversos tipos de pacientes e suas condições, que podem afetar o grau da ocorrência da apneia. Por isso, a partir da pressão contínua do ar durante a noite, fica impossibilitado o bloqueio das vias respiratórias, impedindo que o usuário sofra apneia.

O CPAP, portanto, pode ser ajustado especificamente de acordo com as necessidades dos pacientes, sendo um dos aparelhos para apneia mais utilizados no mercado por profissionais da saúde que lidam com esta condição em seus pacientes.

Veja Alguns Outros Tipos de Aparelho para Apneia

Além do CPAP, existem aparelhos intraorais que possibilitam às pessoas que sofrem de apneia conseguirem uma melhor qualidade de vida por meio da melhoria do sono, evitando os sintomas que vem com a má oxigenação do cérebro devido à apneia.

Os aparelhos intraorais para melhora da apneia devem ser utilizados também durante a noite, sendo moldados para se encaixarem perfeitamente à boca do paciente, o que os torna um mecanismo significativamente mais confortável para as pessoas que optam por utiliza-los.

Por meio dos aparelhos intraorais, a mandíbula dos pacientes é posicionada de uma maneira que faz com que as vias respiratórias possam ficar completamente desobstruídas durante todo o período do sono, fazendo com que o ar possa circular de maneira tranquila, evitando a apneia, podendo também ser utilizados quando os métodos tradicionais não são aceitos.

A Odontologia do Sono para Melhoria da Apneia

Uma área relativamente nova na Medicina, a Odontologia do Sono permite aos pacientes tratarem da apneia de maneira completamente especializada e personalizada de acordo com suas necessidades e características específicas.

Por meio desta área, os pacientes podem realizar a customização dos aparelhos intraorais de sua escolha, bem como de acordo com a recomendação do dentista do sono, para que o conforto e a adaptação aos métodos possa ser otimizado, possibilitando uma melhoria enorme em sua qualidade de vida.

Aqui no Núcleo de Otorrinolaringologia e Medicina do Sono, contamos com profissionais especialistas em Odontologia do Sono, que podem indicar e adaptar os aparelhos intraorais para o seu tratamento. Marque uma consulta conosco e conheça o nosso trabalho.

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